segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Top Dícas


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5 itens que podem fazer falta na sua tralha    Muita gente que vai nos pesqueiros se preocupa com qual vara, carretilha ou molinete vai levar para pescar no pesqueiro e as vezes se esquece de alguns equipamentos essenciais para tornar a pescaria mais agradável, confortável e produtiva, tornando o evento da pescaria as vezes, ao invés de um dia de relaxamento e diversão numa verdadeira tortura. Por isso, resolvemos dedicar este artigo para dar algumas dicas de peças que devem fazer parte da sua tralha, nem sempre obrigatoriamente, porém tornará o seu dia no pesqueiro menos complicado.

passaguaPassaguá é um equipamento indispensável para a pescaria em pesqueiros, principalmente se você for praticante do pesque e solte, pois se você vai soltar o peixe, o quanto mais você proteger o peixe, melhor e se você for "embarcar" o peixe para uma fotografia, o passaguá vai trazer o peixe sem machucá-lo. Uma dica importante quanto a passaguás grandes de alumínio é nunca içar o peixe com o equipamento na horizontal, sempre procurar usálo na posição vertical, assim, o equipamento não vai sofrer com o peso e durará mais. Procure comprar sempre um passaguá de haste longa, pois existem pesqueiros que a flor da água fica muito embaixo de onde o pescador se encontra, então, quanto mais longo o passaguá melhor. Nunca subestime o tamanho da boca do passaguá, se ele for muito pequeno, uma hora você será surpreendido com um peixe que não coube no passaguá.
saca-anzolSaca-anzol é uma peça que quase ninguém leva na tralha, mas sempre nos pegamos em uma situação em que o peixe "embucha" o anzol e você acaba se vendo em dificuldades e, por vezes, devolve o peixe com o anzol sem conseguir tirá-lo. Além de utilizar anzóis com a farpa amassada, ter um saca-anzol na tralha vai proteger o peixe que será devolvido, garantindo assim a diversão de outro pescador, ou quem sabe, a sua própria. 
maladepescamala de pesca tem que ser algo simples de organizar e carregar. Nem sempre uma mala gigante é uma boa solução para você, assim como, uma muito pequena, as vezes poderá te atrapalhar. Existem malas de vários tipos e valores, mas o que você deve observar é se ala não será um estorvo na hora de ir para seu local de pesca e, talvez o mais importante, se ela não se tornará um fardo na hora de recolher a tralha e voltar para casa. Quando for comprar a sua, observe a quantidade de divisões e se tem bandejas retráteis. Lembre-se que uma mala de ferramentas até serve como mala de pesca, mas não é.
Uma ótima alternativa para as malas de pesca são mochilas que você pode dividir suas miudezas em pequenas caixas plásticas e a vantagem da mochila é que fica bem mais simples de carregar, e, dependendo da sua organização, cabem mais coisas na mesma "área útil".
luzdeemergenciaLâmpada de Emergência se tornou um item muito barato que pode te ajudar muito na pescaria, mesmo se não for fazer uma pescaria noturna, se tiver uma na tralha e a pescaria estiver boa, não precisará se apressar em juntar a tralha mesmo que esteja escurecendo. As lâmpadas atuais além de baratas (por uns 25 reais você compra uma de 30 leds que oferece uma ótima iluminação) têm uma bateria que pode durar até oito horas, não ocupa 20% do espaço de um lampião.
agulhadecroche

Um equipamento que quase ninguém tem nas sua tralha e pode ajudar a economizar vários reais em linha (principalmente se for multifilamento) é uma ou mais agulhas de crochê. Elas são ótimas auxiliares na hora de tirar aquela cabeleira que parece impossível evitando assim que você perca a paciência e enfie a tesoura na linha

piracema e defesos


 
Piracema
Piracema
O dia começa mais cedo e termina mais tarde, alongando as horas de luz. A temperatura da água sobe, assim como o nível dos rios, que também ficam mais oxigenados. A primavera floresce, frutifica, reproduz. É tempo de formação dos cardumes, início de uma longa jornada rio acima. Os peixes de escama são os primeiros a se agruparem e o maior cardume é dos curimbatás, seguido por piraputangas, lambaris, pacus e dourados. Então chega a vez dos peixes de couro: pintados, cacharas e, por último, jaús.
Ao nadar contra a correnteza – muitas vezes durante horas seguidas sem sair do lugar – esses peixes passam a produzir uma alta quantidade de ácido lático em sua musculatura. Durante o processo de queima natural desse ácido, parte é transformada em gás carbônico (CO2) e parte em ácido carbônico. Ambos são eliminados do organismo pela respiração, mas não totalmente: um pequeno percentual do ácido lático produzido não é metabolizado e vai estimular a região anterior da hipófise, desencadeando a liberação dos hormônios responsáveis pela fecundação.
A hipófise fica situada na região anterior da cabeça dos peixes. Bem à frente dela, na caixa craniana, existe um pequeno orifício, por onde penetram os estímulos externos. E, dentre eles, o mais importante para fins reprodutivos é a pressão da água.
Piracema
A pesca na piracema é proibida (*). Quando os cardumes começam a subir os rios em direção às nascentes – no mês de novembro, para a maior parte do Brasil – é decretado um defeso de pelo menos 3 meses. Trégua de fisgadas suficiente para os peixes adultos subirem até o local da desova e garantirem a próxima geração, algumas vezes após percorrerem 300 ou até 400 km!
A subida dos cardumes, em alguns pontos, faz a água ‘ferver’. E atrai predadores no céu, na terra e na água. Aves de rapina, garças-verdadeiras, mamíferos carnívoros, jacarés e, claro, os vorazes dourados buscam alimento em meio à ‘ferveção’.
Nos rios mais acidentados, o esforço de vencer cachoeiras e corredeiras rende saltos espetaculares, nem sempre bem sucedidos. Caso um dos requisitos para o início da migração mude – alteração da luminosidade, temperaturas mais frias ou muito quentes e nível dos rios bem abaixo ou muito acima do esperado – a piracema será adiada ou antecipada. As barreiras levantadas pelo homem – dragagens e barragens de usinas hidrelétricas – também influenciam o comportamento dos peixes e, muitas vezes, chegam a impedi-los de atingirem seu objetivo.
Piracema
Vencidos os obstáculos os peixes vitoriosos dão seqüência à desova, com a chamada ‘rodada’: machos e fêmeas rodam rio abaixo e soltam na água milhões de ovas e sêmen, que se encontram no rio e formam ovos. Em poucas horas, ou dias, os ovos eclodem e as larvas buscam abrigo em águas mais calmas, ricas em zooplâncton, onde têm alguma chance de escaparem dos perigos diários, e se tornarem peixes adultos.
A vida dos peixes reofílicos – esses amantes da correnteza – já começa cheia de desafios. Só os fortes sobrevivem, só os fortes conseguem se reproduzir e perpetuar a vida.
(*) Consulte o site do Ibama para saber o período exato da piracema na localidade onde você vai pescar

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A volta do náilon


Não podemos preterir esse tipo pelas de multifilamento em várias ocasiões

INTERNADICA2704.jpgAs linhas de multifilamento chegaram ao mercado e passaram a ser utilizadas em larga escala, sendo a preferida de muitos pescadores, especialmente daqueles que praticam a pesca de arremesso, além daqueles da pesca vertical e de fundo com jigs.
Posso dizer que até em minhas carretilhas elas dominavam. Mas hoje em dia, sempre levo algum conjunto montado com uma carretilha com linha de monofilamento de náilon.
Em algumas situações a linha se destaca, como quando usamos iscas do tipo crankbait, spinnerbait e até iscas de superfície.
Em um dia de pesca em que o peixe está mais manhoso, se a usarmos iscas de superfície, a linha de multifilamento tem a tendência de riscar a superfície da água, o que poderia afugentar o peixe. O mesmo não ocorre com a monofilamento.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Top Dicas Da Semana



A tralha de pesca vai além de vara, carretilha e anzol. A maioria dos acessórios ‘extras’ só faz falta na hora H, ou seja, quando você está num barco no meio do rio, seja na floresta amazônica ou em alto-mar, sem condições de voltar para buscar. Para você se prevenir, aqui vai uma lista de sugestões do que incluir na bagagem:
Licença de pesca. Exigida em todo o território nacional, subdivide-se em 3 categorias: pesca desembarcada, embarcada e subaquática. Custa R$20,00 (a primeira) ou R$ 60,00 (as duas últimas). O formulário para obtenção da licença pode ser obtido on-line, no site www.ibama.gov.br/pescaamadora.
Bloqueador solar. Para ficar horas debaixo do sol é importante usar produtos para a pele com fator de proteção 30 ou mais. E repetir a aplicação a cada 3 horas, ou então quando o bloqueador for removido por água ou suor.
Repelente de insetos. Pernilongo, carapanã, muriçoca, pium, mosquito, pólvora, borrachudo e mutuca são alguns dos personagens menos queridos e mais freqüentes numa pescaria. Vale a pena ir munido de repelentes de boa qualidade. As picadas são incômodas e até dolorosas, e podem causar reação alérgica.
Impermeáveis e botas de borracha. Considerados itens ‘agourentos’ por ‘atraírem chuva’, são indispensáveis em caso de aguaceiros, ventos fortes ou ondas de frio inesperadas.

Roupas adequadas. No calor, use sempre roupas leves, de algodão ou de materiais sintéticos permeáveis à transpiração, comosupplex e cool-max. Calças e camisas de manga longa são a melhor opção para exposição contínua ao sol. Bonés e chapéus protegem o rosto e previnem contra insolação. No frio, blusas de algodão e materiais modernos e finos, como opolar, trazem maior conforto.
Máquina fotográfica digital. É a melhor amiga do pescador esportivo. O peixe é solto, mas a foto comprova a captura. Leve sempre memória suficiente, cheque a bateria, e proteja o equipamento contra sol e umidade. Use flashmesmo de dia para fotos com luz forte de fundo (sol direto ou reflexo na água), ou para eliminar a sombra do boné. Para fotos com qualidade de impressão em tamanho 10 x 15 cm, câmeras de 3.0megapixels são suficientes.
Alicate
Alicates. São 3 tipos, indispensáveis para a segurança do pescador no manuseio do peixe, que sempre se debate sem avisar: o de contenção, ou ‘pega-peixe’; o de bico, para remoção de anzóis e garatéias; e o de corte, para seccionar anzóis em caso de emergência.
Óculos escuros. De preferência, polarizadores: além de protegerem os olhos, ajudam a identificar estruturas submersas como pedras, troncos e alterações de relevo, onde permanecem muitos peixes, em busca de caça ou abrigo. Item de segurança na pesca de arremesso, sobretudo quando há dois ou mais pescadores próximos.
Instrumentos de orientação. O ideal é sair com um guia, especialmente se o local de pesca não é conhecido. Mesmo assim não dispense cartas náuticas, bússola e/ou GPS. As cartas podem ser obtidas no site da Diretoria de Hidrografia e Navegação: www.mar.mil.br/dhn. E carregue sempre uma lanterna. Nunca se sabe se a pescaria vai se estender até depois do pôr-do-sol...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tucunas do Triângulo Mineiro


Tucunas do Triângulo Mineiro 

Lester Scalon traça roteiro para pescar os melhores tucunas no interior de Minas Gerais

LESTERSCALONO tucunaré se tornou o principal peixe para pesca esportiva no País, tanto que foi introduzido com sucesso nos lagos dos rios de norte a sul do Brasil. Entre esses locais, o Rio Grande e Paranaíba, juntos com seus afluentes, são uma das principais regiões para captura de tucunarés. Localizado no Triângulo Mineiro, os rios se tornaram referências para a pesca desse peixe. Duas espécies foram introduzidas nestes locais: os tucunarés- azuis e amarelos, que se adaptaram e procriaram de uma maneira espetacular.
Contudo, na mesma velocidade em que a quantidade de peixes aumentou, a pesca predatória também cresceu, reduzindo drasticamente a sua população. Somente na bacia desses rios, na região mineira, são 14 lagos à disposição dos pescadores; alguns já famosos e com bastante estruturas de pousadas; outros sem nenhum local especifico para atender. A seguir, vamos falar um pouquinho de cada um desses lugares situados no Triângulo Mineiro.
Lembre-se sempre de consultar as autoridades locais para saber se a pesca está permitida na época em que estiver na região escolhida.
Lago de Estreito
O Lago de Estreito, situado no Rio Grande, é um dos mais belos lagos do País. Dentro da área de 46 km², a quantidade de peixes não é muito grande, mas suas águas cristalinas e suas paisagens deslumbrantes fazem da pescaria um verdadeiro descanso para a mente e para a alma. Como moro a 40 km do lago, sempre estou dando uma voltinha por lá, para recarregar as baterias. Ali o peixe acaba se tornando um detalhe na pescaria, tamanha é a beleza do lugar. A cidade mais próxima é Pedregulho, que fica a 30 km, e não tem uma pousada especifica para pesca. No final do lago existe o clube recreativo Acquaminas, um bom local para se hospedar e descer a embarcação.
Clube Acquaminas
Contato: (35)3526-5252 / acquaminas@hotmail.com
Lago de Jaguara
Com uma área de 33 km², o Lago de Jaguara fica situado no Rio Grande, tendo como referência a cidade de Rifâina. Mais explorado turisticamente pelo lado recreativo, é pequeno para que uma pousada funcione especificamente voltada para a pesca esportiva. São poucas as baías, mas existem algumas com pauleiras. Não possui grande quantidade de tucunarés, mas para quem mora próximo, ou para quem visita a região, Jaguara é uma boa pedida.
Parque Náutico de Jaguara
contato@parquenauticodejaguara.com.br – (34) 3351-9150
Rodovia MG 428, Km 102 Jaguara – Sacramento/MG
Lago de Volta Grande
Situado no Rio Grande, a cidade mais próxima é Miguelópolis, município que possui inúmeras pousadas. Outrora, o destino era considerado referência na pesca do tucunaré, mas, como sempre, a pesca predatória reduziu muito a grande quantidade de peixes. Ainda assim é um destino muito procurado pelos pescadores. O lago tem e extensão de 201 km², muitas baias com pauleiras, sendo a mais famosa a do Jonas, além de belas baías, como a do Buritis e a do Pantanalzinho.
POUSADA DO PESCADOR
MIGUELÓPOLIS/SP
Fone (16) 3835–3332 / (16) 3835–3332
email: apousadadopescador@apousadadopescador.com.br
Lago de Porto Colômbia
Lago com 143 km² de superfície, formado pela barragem de Colômbia, no Rio Grande. No local existem estruturas boas para atender o pescador. Logo abaixo da usina de Volta Grande é possível se hospedar e descer as embarcações. Não possui muitas baias e os pontos de pesca não são muito destacados como em outros lagos. A pescaria na região vale a pena, ainda que a quantidade de peixes hoje esteja razoável.
Pousada Volta Grande – Fone : (17) 3359 9006 – 9979-0543 ( Rogério )
Lago de Marimbondo
O Marimbondo possui 426 km² de superfície, e é mais conhecido pelo nome das duas cidades que se localizam no final do lago: Colômbia, do lado paulista, e Planura. do lado mineiro. É um lago situado no Rio Grande, que varia bastante o nível de suas águas, chegando nos meses de outubro e novembro com o nível bastante baixo. Apesar de nele não existirem muitas baías, o Lago de Marimbondo tem como tributário na sua cabeceira o Rio Pardo, mantendo uma boa quantidade de peixes e muitas pousadas nas duas cidades. No começo do Marimbondo situa-se a cidade de Fronteira – MG, que também explora o turismo de pesca esportiva no lago.
POUSADA YOKOHAMA-Planura – MG 
E-mail: pousada.yokohama@uol.com.br
São Paulo – (11) 3014-5329
Minas Gerais – (34) 3427-2929
Náutico Clube Fronteira -(34) 3429-8500
LESTERMINEIROLago de Água Vermelha
Com 643 km² de superfície, o Lago de Água Vermelha é o primeiro do Rio Grande. Tem muitas estruturas para atender o pescador nas cidades de Icem, Mira Estrela, Indiaporã, Orindiúva, Cardozo, Iturama e outras. Seu principal tributário é o Rio Turvo, que ajuda a mantê-lo vivo nesta parte do rio que virou lago. Tem uma grande quantidade de baías, pousadas e cidades próximas. A quantidade de peixes também é boa, mas, como em todos os lagos, em outros tempos já foi melhor.
Pousada Grandes Lagos – Cardoso – SP fone- (17) 34532352 – (17) 81168827
Lago de São Simão
O Lago de São Simão é o primeiro do Rio Paranaiba, famoso pelos grandes tucunarés- azuis, e, como os outros lagos, ao longo do tempo vem passando por altos e baixos. Sempre que estive em São Simão capturava um belo azulão. Atualmente, o lago abriga o maior evento da pesca esportiva do tucunaré. O ultimo evento bateu todos os recordes, com 200 embarcações participando do torneio. Na cidade há pousadas e hotéis que podem atender, além do pescador, a sua família também. Seu reservatório tem 722 km², com baías mais planas e rasas que permitem a pesca desembarcada.
Gerivá Park Hotel: (34)3251-8137 e (34)9650-1255
guia -Capitão Gancho: (34)9677-3357 e (34)9252-1890- guia – Márcio Galvão 64 -9966-1111)
Lago de Cachoeira Dourada
Também situado no Rio Paranaíba, o lago é pequeno, com apenas 65 km², propiciando uma boa pescaria de tucunarés, com predominância dos amarelos. A cidade de Cachoeira Dourada está situada ao lado da barragem e às margens do lago. Tem pousadas, inclusive com águas quentes, mas não direcionadas para a pesca. Contudo, há nela uma esplêndida estrutura de praia com excelentes rampas de acesso ao lago.
Yquara Thermas Clube: (34)3265-1200 e (34)3265-1122 guia – Capitão Gancho: (34)9677-3357 e (34)9252-1890
LESTERTRIANGULOMINEIROLago de Itumbiara
O Itumbiara é um dos maiores lagos do País, com 778 km². Situado no Rio Paranaíba, fica próximo da cidade goiana de Itumbiara e de Tupaciguara, do lado mineiro, que muitas vezes rouba o nome do lago. No município de Minas Gerais estão varias das pousadas direcionadas à pesca esportiva. Possui estruturas de todo tipo, desde pauleiras até espraiados e em sua parte central ultrapassa os 10 km de largura.Também famoso pelos seus grandes azulões, o lago ainda atrai muitos pescadores do Brasil.
Pousada Recanto do Tucunaré – fone (34) 3259-7110
Lago de Emborcação
O Lago da Emborcação é o ultimo do Rio Paranaíba, e a cidade de referência é Três Ranchos, que fica às margens do lado goiano. Três Ranchos se tornou uma cidade turística em função do grande lago, mas também possui pousadas direcionadas à pesca esportiva. Com uma área de 444 km², e muitas baías a serem exploradas, o lago baixa muito o nível das águas no período de outubro a dezembro. Também é famoso pelos grandes tucunarés- azuis.
Pousada 3 Ranchos
Contatos:
E-mail: contato@3ranchos.com.br 
Site: www.3ranchos.com.br
Fone: 64- 3475-1575
LESTERTUCUNALago de Miranda
O Lago de Miranda, com 50 km² de superfície, também se acha localizado no Rio Araguari. Um fato curioso é que parece haver cruzamento de espécies de tucunarés dentro do lago, já que, em vez das tradicionais faixas nos azuis, lá é comum encontrar somente quatro, além de uma conformação física fora do padrão normal. Tem poucas baías e espraiados.Não é um lago muito piscoso, mas vale a pena conhecer se estiver na região. Não existem pousadas direcionadas para pesca, mas possui estrutura para descer a embarcação no lago.
Parque dos Dinossauros – fone (34) 3225-6515
Lago de Nova Ponte
Além de grande, o Lago de Nova Ponte, de 440 km², possui uma estrutura diferenciada, pois altera muito o nível da água e as margens, que se tornam fundas a 2 ou 3 metros de distância. A cidade de Nova Ponte, situada às margens do lago, não tem pousadas direcionadas, mas oferece toda a infraestrutura para o pescador, com hospedagem, rampas e barcos para alugar.
Pousada do Carlinho – fone (34) 9930-2636                                                                                             _________________________________________________________________________________FONTE: Portal Pesca e Conpanhia  HORA :17:28 Data: 04/02/13 Dia: Segunda-feira